Apologética Adventista



Podemos Muitas vezes depararmos no meio evangélico com declarações que fora do contexto vira um pretexto para acusar quem cita a declaração,lembro de algumas declarações de líderes evangélicos aconselhando a pessoas não casarem com outras antes mesmo de analisar as consequências não só para os dois mais para os filhos se assim tiverem,uma dessas declarações que encontramos é justamente de Ellen White,entre vários conselhos que ela deu enquanto ministrava,uma que mais tem gerado polêmica é quando ela aconselha a um casal de raça diferente(Negro e Branco) a não se casarem.

Fui na fonte de quem espalha estes argumentos aqui em nosso país,e descobri que parte justamente do CACP,mais desta vez quem assina a matéria é João Flávio Martinez apesar de ser postado em 2002 ainda tem repercutido nas redes sociais pessoas que compartilham está declaração.

Aqui selecionei a parte referente ao que propus analisar,mais em sua matéria completa o João também cita outra declaração de Ellen White sobre amalgama que em outra postagem abordarei melhor.

Com o título :Seria isso Racismo? ,poderemos destacar as seguintes colocações:
Para os Adventistas os livros e escritos da Sra. White são sagrados e por isso os adeptos desse movimento são incentivados à leitura desses sacros escritos. Ellen G. White é venerada pelos adventistas!Parece-me que a maioria dos membros da Igreja Adventista não conhece certas citações um tanto desconcertantes ensinadas pela Sra. White e pretendemos explicitar nesse pequeno escopo.(1)
Logo de inicio ele prepara justamente o terreno,para deixar seus leitores mais certos que realmente a igreja adventista venera Ellen White,e ainda afirma que as declarações são desconcertantes,para as pessoas leigas isso já diz muito pois ele nem precisava mais ir a frente com as declarações de Ellen White pois os leitores logo de inicio já estariam indispostos a analisar se realmente ela era racista.
Depois de citar dois textos os quais mencionei acima(casamento e amalgama) ele faz suas perguntas:
Eu pergunto:
O QUE SERIAM ESTAS “BESTAS” que ‘cruzam’ com SERES HUMANOS? Será que ao declarar BESTAS Ellen G. White se referia a animais irracionais?
Se for este o caso, a Sra. White fez uma grave confusão, pois até hoje nunca se viu cruzamento de seres humanos com aves, répteis, felinos, eqüinos… Ou seja, animais. PELO MENOS A CIÊNCIA AINDA NÃO IDENTIFICOU TAL CRUZAMENTO!

Quem ou o quê seriam estas bestas com quem os seres humanos cruzaram? Será que seriam os negros? Ou haveria alguma “raça” nova entre seres humanos e os animais? 
Isso é muito estranho e sério! Essas afirmativas deveriam ser revistas, pois são descontextualizadas e cheias de ranço e preconceito!
A Igreja Adventista precisaria se posicionar diante desse quadro e assumir, se esse for o caso, que foi racista ou que a sua profetisa falhou e foi infeliz em seus comentários. O fato que uma coisa ou outra aconteceu e não dá pra negar as evidências.(2)
*1 e 2 (retirado do site CACP http://www.cacp.org.br/seria-isso-racismo/)
Depois ele continua com suas insinuações baratas abaixo está justamente a resposta contra os argumentos sem fundamento,cheios de preconceito do João Flávio Martinez :

Em um artigo publicado em 2002 com titulo “Seria Isso Racismo? de João Flávio Martinez (http://www.cacp.org.br/seria-isso-racismo/),podemos ver as seguintes acusações sobre o texto Ellen G.White que cita:
Mas há um objeção ao casamento da raça branca com a preta. Todos devem considerar que não têm o direito de trazer à sua prole aquilo que a coloca em desvantagem; não têm o direito de lhe dar como patrimônio hereditário uma condição que os sujeitariam a uma vida de humilhação. Os filhos desses casamentos mistos têm um sentimento de amargura para com os pais que lhes deram essa herança para toda a vida.( Ellen G. White, Mensagens escolhidas (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1988), 2:343-344. Esta declaração está registrada originalmente no Manuscrito 7, de 1896.)
A)Acusação de racismo.
B)Acusação de que os escritos são sem fundamento.
Para fazermos uma analise bastante coerente podemos começar se Ellen White realmente é racista ,e saber como os adventistas negros se sentem com tais declarações,como que o maior neurocirurgião do mundo Dr° Ben Carson tornou-se adventista sendo ele negro e vindo de uma família pobre?
O modismo de atacar os escritos de Ellen White não é novidade e este grande esforço é feito apenas para desvirtuar as pessoas das mensagens proféticas para o tempo do fim,muito se tem apresentado contra conselhos e cartas escritas a pessoas especificas e este texto acima é justamente um conselho para que as pessoas não casassem em virtude das circunstancias futuras.
E para entendermos melhor temos que saber o que estava acontecendo no século XIX com respeito a brancos e negros e quais circunstancias desagradáveis poderiam acontecer,o contexto social da época é justamente complicado uma vez que se dava o crescimento territorial dos EUA os imigrantes Europeu eram atraídos pela facilidade de adquirir terras,foi com isso que o norte desenvolveu enquanto o sul era atrasado,nesta guerra entre norte e sul temos um saldo de 600 mil mortos que disputavam pelo sim ou não da abolição da escravatura.
A sinceridade de Ellen White é tão grande que podemos ver analisando todo o fator histórico e social da época que ela estava até preservando as pessoas a não darem um passo que mais na frente tivessem conseqüências terríveis,como no tempo os negros eram mortos,linchados,torturado e descriminado,seus filhos seriam descriminados e chamados de “mestiços”,o preconceito sempre foi detestável pelos séculos e uma pessoa que é inspirada não poderia mostrar nenhuma forma de racismo ou preconceito para darmos mais ênfase ao assunto vale relembrar alguns escritos de Ellen White que segue abaixo:
Têm sido erigidos muros de separação entre os brancos e os negros. Esses muros de preconceito ruirão por si mesmos, como aconteceu com os muros de Jericó, quando os cristãos obedecerem à Palavra de Deus, a qual recomenda que tenham supremo amor a seu Criador e amor imparcial ao próximo. (Review and Herald, 17 de dezembro de 1895.)
É interessante salientar que com esta declaração Ellen White deixa bem claro que qualquer tipo de preconceito deve ser rompido,nunca vimos um ato de rejeição de ninguém pela parte de Jesus,Ele morreu por toda a humanidade e Ellen White deixa isso bem claro ao afirmar:
Não há limite ao amor e perdão de Cristo. ... Devemos fazer com que os que estão em perigo compreendam que os apreciamos, que não estamos dispostos a desistir deles. Falai-lhes, orai com eles, e exortai-os amorosamente. ...
A religião da Bíblia deve dirigir a conduta de todo aquele que crê sinceramente em Cristo. A Bíblia deve guiar-nos em nosso procedimento de cada dia. Podemos fazer profissão de ser seguidores de Cristo, e todavia se não formos praticantes de Sua Palavra seremos como a moeda falsa. Não teremos o sonido certo. Cada um de nós é membro da família humana. É uma dívida que temos para com Deus, de amá-Lo, de Lhe manifestar afeto em nossas maneiras e palavras. É nossa dívida também a todo membro da família humana, seja negro ou branco, alto ou baixo, tratá-lo com bondade e manifestar interesse em sua salvação. Como membros de uma só família, somos todos irmãos. ...
Os filhos de Deus são cidadãos do Céu. São a aquisição do Filho de Deus, Sua família, comprada por preço de sangue. Toda criatura é preciosa a Sua vista - mais preciosa do que ouro fino, sim, a barra de ouro de Ofir. Carta 16a, 1895.

Veja que quando os acusadores escondem textos como estes apresentados fica fácil acreditar que realmente Ellen White tinha algum tipo de preconceito mais quando vamos a fundo nos seus escritos descobrimos quanto amor era empreendido para buscar os mais diversos tipos de pessoas sem fazer nenhuma distinção tanto é que Ellen White enfatiza a preocupação de fazer mais pelos negros que eram muitas vezes negligenciados tanto por sua cor quanto por seu poder aquisitivo:
Empenhemo-nos em fazer uma obra pelo povo do Sul. Não nos contentemos com simplesmente ficar a contemplar, tomando meras resoluções que nunca se cumprem; mas façamos de coração alguma coisa para o Senhor, para aliviar a miséria de nossos irmãos negros. Review and Herald, 4 de fevereiro de 1896.
O estado de inquietação é fascinante quando analisamos este texto e Ellen White ficava até sem dormir quando pensava que o povo negro estava em dificuldades tanto de saúde quanto espiritual ela cita:
Mulheres Negras Chamadas à Obra
Ultimamente, como a necessidade desse campo me tenha sido insistentemente apresentada, não me tem sido possível dormir senão um pouco. A obra médico-missionária deve ser levada avante entre este povo [negro], ao qual deve ser ministrado algum preparo em enfermagem, cozinha e outros importantes ramos de trabalho. Há entre eles pessoas que devem ser preparadas para ocupar o lugar de professores, instrutores bíblicos, colportores. Carta 221, 1904.

E enfatiza como deve ser importante a mensagem levada aos homens negros:
Homens negros devem ser cabalmente educados e preparados para dar instruções bíblicas e efetuar reuniões de tenda entre seu povo. Há muitos dotados de capacidade, os quais devem ser preparados para esta obra. Testimonies, vol. 9, pág. 207.
Como alguém que é acusada de racismo preocupa-se com as pessoas negras ao ponto de estarem sendo preparado para anunciar o evangelho com a mesma igualdade de uma pessoa branca?Essa citação deixa mais claro ainda que a explicação de Ellen White se concretizou na vida de Ben Carson o neurocirurgião mais famoso do mundo o primeiro a conseguir separar gêmeos siameses preservando a vida de ambos,com sua infância pobre e sendo muito violento por ser ridicularizado na escola por ter notas baixas,sua mãe educou justamente com amor e dedicação.
Ellen White vai mais longe ainda quando cita que só mesmo com o poder do Espírito Santo as pessoas poderiam romper as barreiras do racismo e dar espaço para Jesus realizar  a obra mais incrível a da salvação:
Quando o Espírito Santo toca o espírito humano, todas as pequeninas queixas e acusações entre o homem e seu semelhante são removidas. Os brilhantes raios do Sol da Justiça resplandecerão nas câmaras da mente e do coração. Em nosso culto a Deus não haverá distinção entre ricos e pobres, brancos e negros. Todo preconceito se dissipará. Quando nos aproximamos de Deus, fá-lo-emos como uma só família. Aqui somos peregrinos e estrangeiros, rumo de uma pátria melhor, a celestial. Lá todo o orgulho, toda acusação, toda ilusão, terão para sempre terminado. Todo impedimento terá sido posto de lado, e "como é O veremos". I João 3:2. Lá nossos cânticos entoarão o tema inspirador, e louvor e ação de graças ascenderão a Deus.
Pode nossa casa de oração ser muito humilde, mas nem por isso será menos reconhecida por Deus. Se adorarmos em espírito e verdade, e na beleza da santidade, ser-nos-á como a própria porta do Céu. Ao repetirem-se as lições das maravilhosas obras de Deus, e ao ser a gratidão da alma expressa em oração e cânticos, anjos do Céu entoarão o coro, unindo-se-nos em louvor e ação de graças a Deus. Esses cultos forçam à retirada o poder de Satanás. Afugentam as murmurações e queixas, e Satanás perde terreno.
Deus nos ensina que devemos reunir-nos em Sua casa, para cultivarmos os atributos do perfeito amor. Isto tornará os habitantes da Terra aptos para as mansões que Cristo foi preparar para os que O amam, e onde, de sábado em sábado, de uma Lua nova a outra, se reunirão no santuário, para se unirem em entoar cânticos mais sublimes, em ação de graças e louvor Àquele que está assentado sobre o trono e ao Cordeiro, para sempre e sempre. Review and Herald, 24 de outubro de 1899.
Quando o pecador se converte, ele recebe o Espírito Santo, o qual faz dele um filho de Deus, e o habilita para a sociedade dos remidos e da hoste angélica. Ele torna-se co-herdeiro de Cristo. Todos aqueles dentre a família humana que se entregam a Cristo, todos aqueles que ouvem a verdade e lhe obedecem, tornam-se filhos de uma só família. O ignorante e o sábio, o rico e o pobre, o gentio e o escravo, brancos ou negros - Jesus pagou o resgate de sua alma. Se crerem nEle, é-lhes aplicado o Seu sangue purificador. O nome do homem de cor é escrito no livro da vida ao lado do nome do homem branco. Todos são um em Cristo. A origem, a posição, a nacionalidade ou a cor não podem elevar ou degradar os homens. O caráter faz o homem. Se uma pessoa de pele vermelha, um chinês ou um africano entregar o coração a Deus, em obediência e fé, Jesus não o amará menos devido a sua cor. Considera-o Seu irmão amado. ...
Os homens poderão ter preconceitos hereditários e cultivados, mas quando o amor de Jesus inunda o coração, e eles tornam-se um com Cristo, terão o mesmo espírito que Ele tinha. Se um irmão de cor sentar-se ao seu lado, não ficarão ofendidos nem o desprezarão. Estão viajando para o mesmo Céu, e sentar-se-ão à mesma mesa para comer pão no reino de Deus. Se Jesus habita em nosso coração, não podemos desprezar o homem de cor em cujo coração habita o mesmo Salvador. Manuscrito 6, 1891. Publicado em The Southern, edição de 1966, págs. 9-14.
Com tantos textos aqui analisados ainda é capaz de alguém ter duvida que Ellen White tinha algum racismo?de forma alguma mais teremos uma única certeza que independente de cor todos que aceitarem Jesus como Senhor e salvador de suas vidas terão seus nomes inscritos no livro da vida:

O nome do negro está escrito no livro da vida, junto do nome do branco. Todos são um em Cristo. O nascimento, a posição, nacionalidade ou cor não podem elevar nem degradar os homens. O caráter é que faz o homem. Se um pele-vermelha, um chinês ou africano rende o coração a Deus em obediência e fé, Jesus não o ama menos por causa de sua cor. Chama-lhe Seu irmão muito amado. The Southern Work, pág. 8, escrito em 20 de março de 1891.

Conclusão:
Podemos notar que geralmente estes ataques virão a tona novamente mais o que podemos mesmo fazer é ter a certeza que fomos a fundo nesta exposição que jamais nenhum “apologista”ou site apologético deu tantas informações quanto a este tema tão delicado e eles não farão isso pois o trabalho deles é justamente esconder as verdades do seu público rendendo assim alguns trocados com a venda de seus livros e palestras pelo país,o João Flávio Martinez poderia trazer estas informações para seu público mais ele preferiu isolar mais uma vez textos explicativos e importantes para compreensão do assunto,sabemos que racismo é crime e se Ellen White de fato fosse racista mais de 19 milhões de adventistas estariam sendo coniventes com este absurdo,não dá para acreditar como em plena época que vivemos as pessoas ainda deixem ser enganadas por estas pessoas mal intencionadas.
João Flávio Martinez e um escravo da mentira é uma resposta a todos que tem postado esta mentira que Ellen White era racista e que vez ou outra agridem os adventistas verbalmente em debates pela internet.
Sérgio Eduardo.



“Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.” (Apocalipse 13.18)

Veja o que o CACP publicou:
Demais disso, pode-se até usando este mesmo cálculo, encaixar a profetisa dos adventistas nele:

E L L E N G O U L D W H I T E

50+50+ 5+50+500 5+5 + 1 = 666 – o número da besta.
Onde “w” é = v,v = 5,5 (tanto é que no nome “Walter” o “W” é lido com som de “V”)
Diante disso, atualmente, muitos teólogos adventistas já não mais associam o número da besta com o título papal. 
Fazendo um calculo mais arrojado podemos ver que está indicação é uma farsa ou alguém andou faltando as aulas de matemática:
E=0
L=50
L=50
E=0
N=0
G=0
O=0
U=0
L=50
D=500
W=0
H=0
I=1
T=0
E=0 somando tudo o resultado é =651
Para eles o W virou V V e a explicação é que o nome Walter é Valter,mais e White ficaria Vhite?
Que coisa não mais será que os adventistas são únicos e exclusivos a acreditar que Roma papal é a besta?
Vamos ver abaixo as declarações dos reformadores:
John Purvey, companheiro de Wycliffe, os homens notaram que o sinal da besta tinha que ver com o papado, referindo-se ao poder e decretos papais. Andreas Osiander (falecido em 1552), pastor da Reforma em Nürnberg, disse que aquele sinal era subserviência ao papado. Um companheiro de Lutero, Nikolaus von Amsdorf (falecido em 1565), de Magdeburg, achava que tinha que ver com as cerimônias obrigatórias e decretos papais.

Heinrich Bullinger (falecido em 1575), o sucessor de Zwínglio em Zurique, achava ser o sinal da besta o poder excomungador do papado. O bispo Nicholas Ridley, da Inglaterra (martirizado em 1555), declarou que o mesmo envolvia submissão à besta. O matemático escocês Sir John Napier (falecido em 1617) o definiu como profissão de obediência a Roma. O pietista Johann Lucius (falecido em 1686) acreditava que era a confissão da religião romana. Sir Isaac Newton (falecido em 1727) estabeleceu um contraste entre o sinal da besta e o selo de Deus.

Na América colonial, o teocrata puritano John Cotton (falecido em 1652) cria que aqueles que recebem o sinal da besta são os que recebem suas ordens da Igreja de Roma. O congregacionalista Edward Holyoke (falecido em 1660) o definiu como sujeição à lei papal. Novamente de volta à Inglaterra, o teólogo batista Andrew Fuller (falecido em 1815) colocou em oposição o sinal da besta e o selo de Deus. Para o ministro americano da igreja presbiteriana Robert Reid (falecido em 1844), era submissão ao erro romano.
Henry Tuberville, do Colégio Douay, França, em An Abridgment of the Christian Doctrine (1649), p. 58, há três séculos, expôs a situação católica desta maneira:

"P. — Como vocês provam que a igreja tem poder para ordenar festas e dias santos?

"R. — Pelo próprio ato de mudar o sábado para o domingo, que os protestantes reconhecem; portanto, eles se contradizem ingenuamente em observar estritamente o domingo e transgredir muitas outras festas ordenadas pela mesma igreja."

Stephen Keenan, em A Doctrinal Catechism (1865), p. 174, aprovado pelo arcebispo John Hughes, de NovaYork, fez uma declaração idêntica:
"P. —Vocês têm alguma outra prova de que a igreja tem poder para instituir festas e preceitos?
"R.— Se ela não tivesse tal poder, não poderia haver realizado aquilo em que todos os modernos religiosos concordam com ela; não poderia ter substituído a observância do sábado cio sétimo dia pela observância do domingo do primeiro dia, uma mudança para a qual não há autorização escriturística."
Peter Geiermann, em The Convert's Catechism of Catholic Doctrinc (1910), p. 50, repete a pretensão:

"P. – Por que a Igreja Católica substituiu o sábado pelo domingo?

"R. – A igreja substituiu o sábado pelo domingo porque Cristo ressuscitou dos mortos num domingo, e o Espírito Santo desceu sobre os apóstolos num domingo.

"P. – Com que autoridade a igreja substituiu o sábado pelo domingo?

"R. – A igreja mudou o sábado para o domingo pela plenitude do divino poder que Cristo lhe conferiu."


Sem tirar Isaac Newton e outros a mais que em outra postagem traremos.


O professor Azenilto G.Brito preparou um questionário com 30 perguntas para as pessoas
que acreditam na imortalidade da alma e lança o desafio se você acredita que a alma é imortal
então aceite este desafio:



Tenho 30 perguntas verdadeiramente tira-teima para os crentes na imortalidade, mas
primeiro reproduzo aqui a minha “concatenação de textos” que vão aos ALICERCES
desse debate sobre a natureza do homem:

a) Gên. 2:7 apresenta a ‘montagem’ ou criação do homem, SÓ de dois elementos—“pó
da terra” + “fôlego de vida”. Assim, o homem se faz “alma vivente”. Não é dito que o
homem TEM alma (imortal) e sim que É alma (vivente). Na formação do homem não
ENTRA nenhuma “alma imortal”.

b) Na ‘desmontagem’ do homem (morte), como tratado por Salomão em Ecl. 12:7, o
pó volta à terra, como era, e o espírito-‘ruach’ (fôlego vital) volta para Deus que o deu.
O texto fala tanto do pó quanto do espírito-‘ruach’ de TODOS os homens (não só dos
salvos). Na morte do homem não consta que SAI qualquer “alma imortal”.
c) Davi usa linguagem semelhante à de Salomão em Ecl. 12:7 no Sal. 104:25-29 falando
da morte DOS ANIMAIS: Deus remove a respiração-‘ruach’, e esses ANIMAIS
voltam ao pó.

d) Temos então Salomão no Ecl. 3:19-21 falando didaticamente sobre como a sorte de
homens e animais é idêntica na morte. “Assim como morre um, morre o outro” porque
tanto homens como animais “têm o mesmo fôlego de vida-‘ruach’”.

e) Davi prossegue dizendo que na morte não há a mínima consciência—Sal. 146:3, 4;
pois os mortos “não louvam ao Senhor” nem os que “descem ao silêncio” (um paralelo
muito instrutivo—Sal. 6:5, 115:17), sendo que a sua própria morte representaria para ele
a não-existência (Sal. 39:13).

f) E no antiquíssimo livro de Jó, aquele Patriarca confirma como a morte é a inexistência
em termos bem claros: Jó 7:21, 14:7-14. E ele ainda fala de quando se encontraria com
o seu Redentor—não quando morresse e fosse de imediato para o céu com sua alma,
mas sim quando Ele Se levantasse sobre a Terra, e O veria com o seu próprio corpo
renovado: Jó 19:25-27.

1ª. – Se Deus colocou no ser humano uma alma imortal, então por que razão existiria a
“árvore da vida” no Jardim do Éden?

Obs.: Se o homem comesse da árvore da vida, se tornaria imortal (cf. Gên. 3:22).
Contudo, foram expulsos do Jardim do Éden, sem terem comido da árvore da vida, e
dois querubins ficaram na guarda do Jardim para que não comessem dessa árvore e
vivessem eternamente (cf. Gên. 3:24). Tudo isso seria totalmente desnecessário se já
possuíssem uma alma imortal.

2ª. – Por que em Gên. 2:17 lemos claramente sobre o homem experimentando a morte
de forma definitiva (até à ressurreição), sem qualquer pista de uma morte só de parte do
seu ser (do corpo)?

Obs.: No original hebraico lemos moth tâmuth—traduzido literalmente por “morrendo
morrereis”. A morte seria o fim total de qualquer existência humana, corpo e alma, pois,
como consequência do pecado, o processo de morte teria início a partir do primeiro
falecimento. A verdade incontestável é que não existiria nenhum estado de vida entre a
morte e a ressurreição, como Davi também refere ao falar da própria morte como uma
condição de não-existência (Sal. 39:13).

3ª . – Por que Moisés, no seu detalhado relato da criação do homem, não deixa a
mínima pista de uma “alma imortal” como componente essencial da vida humana,
exclusivo de sua existência, na criação?

Obs.: Seria esse o momento certo de tratar do assunto, sendo que Moisés oferece tantos
detalhes dos atos divinos na obra da Criação em geral, e do homem, em particular.

4ª. – Por que Moisés emprega a mesma linguagem (palavras exatas) para “alma vivente”
tanto em relação ao homem quanto aos animais (comparar Gên. 2:7 com 1:20 e Lev.
11:46)?

Obs.: Tradutores de algumas versões da Bíblia traduziram as palavras hebraicas nephesh
hayyah como “criatura vivente” quando referindo-se aos animais, contudo, não há a
mínima variante. É exatamente a linguagem de que Moisés se vale para tratar de “alma
vivente” referindo-se ao homem.

5ª. – Por que Moisés trata na mesma base o fôlego de vida do homem e dos animais,
com linguagem tão semelhante (Gên. 2:7; 6:17)?

Obs.: O fôlego de vida não pode ser algo imaterial, imortal, que sobrevive à matéria,
pois não há tal definição bíblica para “alma”, e nunca tal palavra é modificada pelos
adjetivos “imortal” ou “eterno” na Bíblia toda. A expressão “fôlego de vida (neshamah)”
em Gên. 2:7 apenas indica que Deus soprou nas narinas de Adão, não uma alma imortal,
mas a respiração, pois é claro o paralelo entre tal termo, e ruach, como em Jó 33:4.
Esse paralelismo entre o “espírito de Deus” e “o sopro do Todo-poderoso”, se acha
com frequência na Bíblia, como em Isa. 42:5; Jó 27:3; 34:14-15. Isso sugere que os dois
termos são usados intercambiavelmente, ambos fazendo referência ao dom da vida
concedido por Deus a Suas criaturas mediante esse fôlego vital.

6ª. – Como prova que o fato de Deus ter soprado particularmente o fôlego de vida no
homem faz com que tal fôlego seja uma “alma imortal”, quando não há a mínima
informação sobre isso transmitida pelo autor, o que seria algo de muitíssima importância
para definir a natureza humana?

7ª. – Como prova que o fato de Deus ter soprado particularmente o fôlego de vida no
homem faz com que tal fôlego seja um “espírito imortal”, quando há clara informação de
que “o mesmo fôlego de vida” do homem é atribuído aos animais, tanto no relato da
criação, quanto milênios depois, nas palavras do sábio Salomão (ver Ecl. 3:19-21)?
Obs.: Salomão dedica-se a uma profunda reflexão da vida humana e mostra que “tudo é
vaidade”, já que nem mesmo na morte o homem leva vantagem sobre os animais. Se ele
cresse na imortalidade da alma, não empregaria tal linguagem para evitar ambigüidade ou
para não transmitir noções materialistas. Mas até a descrição dele da morte do homem,
com a retirada do fôlego de vida, se assemelha à forma como o salmista se refere à
morte dos animais (comparar Ecl. 12:7 com Sal. 104:25-29).

8ª. – Por que o salmista Davi confirma não só que animais e homens têm o mesmo
fôlego de vida (comparar Ecl. 12:7 e 3:19-21 com Sal. 104:25-29), como também que
na morte prevalece a inconsciência (Sal. 6:5, 13:3; 146:3-4) e a total inexistência (Sal.
39:13)?

Obs.: Davi reflete ainda profundos pensamentos sobre a condição de não-existência dos
que morrem no Sal. 88:3-6, e indica que os que morrem não louvam ao Senhor,
utilizando o significativo paralelo sinônimo de “mortos” e “descem ao silêncio” (Sal.
115:17).

9ª. – Por que o homem precisaria de uma alma imortal, já que não iria morrer, segundo o
projeto original da criação divina, e sim viver eternamente como um ser físico, num
paraíso físico (aliás, como também se daria com os animais. . .)?

Obs.: O pecado é um intruso neste planeta que trouxe morte física e espiritual ao
homem. Mas o “plano de contingência” divino é a ressurreição final, uma providência
tomada APÓS o pecado, como parte de Seu plano restaurador. A ressurreição integra o
“esmagar a cabeça” da serpente no conflito entre o bem e o mal (Gên. 3:15), já que a
vitória sobre a morte ocorre em função da ressurreição dos mortos, não de o indivíduo
superá-la por contar com algum elemento espiritual que prevalece sobre a morte (ver 1
Cor. 15:52-55).

10ª. – Quando exatamente a “alma imortal” é introduzida no ser vivo? Ao ser o óvulo
fecundado? Ao sair o bebê do ventre materno e respirar por primeira vez, já que se cria
o paralelo fôlego—de vida/alma imortal?

Obs.: A dificuldade de estabelecer o início da posse dessa “alma imortal” é imensa,
sobretudo quando os dualistas fazem a ligação ‘fôlego de vida/alma imortal’. Pois o feto
NÃO RESPIRA na bolsa maternal, estando envolvido por fluídos até ser dado à luz.

11ª. – Sendo que consta ser Moisés o autor do antiquíssimo livro de Jó, não parece
estranho que em tal livro ele não deixe a mínima pista de uma noção dualista, pois retrata
o patriarca expressando uma visão holista, não dualista (ver observação a seguir)?

Obs.: O livro de Jó é um golpe de morte sobre a noção dualista. O patriarca compara a
morte a um rio que se seca e a um lago cujas águas são drenadas, e quando se refere
diretamente ao estar com Deus, fala do tempo quando o Redentor “Se levantará sobre a
Terra”, sem deixar a mínima pista de uma alma indo ao Seu encontro (ver 14:7-14 e
19:25-27).

12ª. – Onde exatamente se situa a “alma imortal”? Já que se estabelece o paralelo
‘fôlego de vida/alma imortal’, e Jó declara a certa altura, “enquanto em mim houver
alento, e o sopro de Deus no meu nariz” (Jó 27:3), é aí que se situa essa “alma imortal”,
18/8/2014 Perguntas Pertinentes aos Crentes na Imortalidade da Alma no nariz de cada um?

Obs.: Se o paralelo ‘fôlego de vida/alma imortal’ for válido, realmente essa alma entra e
sai no organismo, pelo menos em boa quantidade, o tempo todo, saindo contaminado
(gás carbônico) e entrando novo fôlego de outra substância (oxigênio) para purificar o
sangue. Coisa bem estranha para parecer algo fluídico que tem consciência e para
sempre permanece após a morte.

13ª. – Por que Jesus diz a Seus seguidores que iria subir para lhes “preparar lugar”, mas
a ênfase está no momento do reencontro com eles quando retornasse para os receber, e
não quando morressem e suas almas fossem para o céu para as irem ocupando (João
14:1-3)?

Obs.: A opinião popular é de que na morte a alma dos falecidos salvos vai para o céu,
quando encontram a Cristo e todos os demais que para lá foram antes. Contudo, é
estranho que Jesus não diga nada sobre essas moradas estarem disponíveis antes do
tempo de Seu retorno, deixando implícito que só então levará os Seus consigo para
ocuparem ditas moradas.

14ª. – As palavras de Jesus em João 5:28 e 29, sobre a ressurreição final de salvos e
perdidos, são antecedidas pela Sua declaração: “. . . vem a hora, e já chegou, em que os
mortos ouvirão a voz do Filho de Deus; e os que a ouvirem, viverão” (vs. 25). Por que
VIVERÃO só a partir de então, quando deviam estar vivos num estado intermediário,
como “almas imortais”?

Obs.: A linguagem de Cristo pelo contexto torna claro que os que VIVERÃO são os
que estiverem nas sepulturas, não em alguma parte do universo—céu, inferno,
purgatório, hades. .

15ª. – Por que Jesus, quando confortava as irmãs do falecido Lázaro, além de ter
empregado antes a metáfora do sono—“Nosso amigo Lázaro está dormindo. . .”—não
lhes indicou que o falecido estava na glória celestial, mas referiu-lhes a esperança da
ressurreição (João 11:17-27)?

Obs.: É comum consolarem-se os enlutados falando de como seus falecidos estão felizes
por terem trocado este mundo de sofrimento e dor pela habitação nos “páramos da
glória. . .”. Contudo, não é este o quadro do diálogo de Cristo com as irmãs de Lázaro.
O tema da conversação deles não é o suposto destino celestial do fiel seguidor de
Cristo, mas a FUTURA ressurreição dos mortos.

16ª. – Quando Cristo ressuscitou Lázaro, já morto por quatro dias, tirou-o do céu, do
inferno ou do purgatório? Se foi do céu fez-lhe uma maldade trazendo-o de volta para
sofrer na Terra. Se do inferno (pouco provável, pois era um seguidor do Mestre),
concedeu-lhe uma segunda oportunidade de salvação, o que é antibíblico.

Obs.: Lázaro ressuscitou e não trouxe nenhuma informação do mundo do além. Se
tivesse algo a contar, sem dúvida João teria o maior interesse em reproduzir o seu
testemunho no seu evangelho.

17ª. – Quando Jesus diz que o Seu Pai “não é Deus de mortos, e, sim, de vivos” (Mat.
22:32), estava querendo demonstrar a imortalidade da alma ou tais palavras refutam
exatamente tal ideia?

Obs.: A resposta está no relato paralelo de Luc. 20:37-40, especialmente no segmento,
“E que os mortos hão de ressuscitar, Moisés o indicou no trecho referente à sarça,
quando chama ao Senhor o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó. Ora,
Deus não é Deus de mortos, e, sim, de vivos; porque para ele todos vivem”. Os
saduceus não perguntaram, no contexto: “E quando esses sete irmãos forem morrendo e
suas almas forem chegando no céu. . .” Percebe-se que o enfoque jaz totalmente sobre a
ressurreição dos mortos. E também digno de nota é o detalhe de que Cristo fala dos que
hão de ser dignos de “alcançar a era vindoura [a consumação dos séculos] E A
RESSURREIÇÃO DENTRE OS MORTOS”.

18ª. – Por que Cristo e Paulo acentuam que os mortos ressuscitarão ante a voz do
arcanjo e a trombeta divina, despertando do sono da morte (Mat. 24:30, 31; 1 Tes.
4:16), quando supostamente suas almas vêm do céu, inferno, purgatório para
reincorporarem, estando já bem despertas?

Obs.: A metáfora do sono é constante, tanto no VT quanto no NT, representando a
morte. Diante de claras passagens que tratam da inconsciência dos mortos percebe-se
por que se dá o uso de tal metáfora, como no Sal. 13:3--“o sono da morte”; em Dan.
12:2--“dormem no pó da terra”; João 11:11--“Lázaro adormeceu”; 1 Tes. 4:13—“os
que dormem”; 1 Cor. 15:18—“os que dormiram em Cristo”. . .: é que na morte
prevalece uma condição de INCONSCIÊNCIA para os que morreram. Outros textos
que falam da morte como um sono: Sal. 146:1-4; Ecl. 9:5,10; Isa. 38:18,19; 1 Re. 2:10;
1 Re. 11:43; Jó 14:10-12; Jer. 51:39.

19ª. – Por que Paulo, ao discutir específica e detalhadamente em 1 Tes. 4:13-18 e,
especialmente, em 1 Coríntios 15, como será o reencontro final de todos os salvos com
o Salvador em parte alguma fala de almas vindas, seja de onde for, para
reincorporarem?

Obs.: Como no início da história do homem não consta qualquer “alma imortal” sendo
introduzida no ser original, nada consta sobre almas vindas do céu, inferno ou purgatório
para reincorporarem quando do surgimento dos que se foram, na ressurreição.

20ª. – Paulo diz aos tessalonicenses que não deviam lamentar pelos amados que
“dormiam”, recomendando: “Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras” (vs.
18). Por que nunca diz que já desfrutavam as bênçãos celestiais, e sim que estavam
“dormindo” e seriam despertados?

Obs.: A consolação derivaria da esperança da ressurreição, não do fato de que os que
“dormiam” estivessem no desfrute das glórias celestiais.

21ª. – Por que, ao enviar consolações à família de Onesíforo (já morto), Paulo nada fala
também de que ele já estivesse desfrutando das bênçãos paradisíacas; pelo contrário, de
novo foca-se inteiramente na esperança de alcançar a misericórdia de Deus “naquele
dia” (cf. 2 Tim.1:17)?

Obs.: Se Onesíforo tivesse morrido e ido para o céu, a misericórdia divina já lhe teria
sido propícia, mas Paulo obviamente não fala daquele dia no sentido de ser o de sua
morte.

22ª. – Paulo diz claramente que sem a ressurreição dos mortos—confirmada e garantida
pela do próprio Cristo—“os que dormiram em Cristo pereceram” (1 Cor. 15:16 a 18).
Por que pereceram, já que deviam estar garantidos no céu?

Obs.: O tema dominante do capítulo é a ressurreição dos mortos, assim a lógica da
pergunta é inescapável. 1 Tes. 4:14 diz que Cristo “trará juntamente em Sua companhia
os que dormem”, mas todo o teor da passagem e do ensino bíblico é de que Ele os trará,
não do céu, mas das sepulturas (ver João 5:28, 29; Dan. 12:2).

23ª. – Mais adiante no mesmo capítulo Paulo confirma o dito nos vs. 16 a 18,
acentuando que arriscou morrer lutando com feras, dando a entender que se morresse
estaria também perdido (vs. 32). Ao comentar, “comamos, bebamos que amanhã
morreremos”, não indica claramente que sem a realidade da ressurreição, não há
esperança alguma de vida eterna?

Obs.: À luz da pergunta anterior, esta se revela prova irrefutável de que Paulo não
pensava em termos de uma “alma imortal” indo para o céu quando da morte, pois não
tinha ele próprio tal esperança. Sua expectativa é expressa em 2 Tim. 4:6-8 onde fala
que “naquele dia” esperava receber o seu galardão eterno. Para ele, não fosse pela
ressurreição, nem valia a pena viver pois a morte seria o fim de tudo.

24ª. – Quando realmente, segundo Paulo em 1 Cor. 15:53, 54, ocorre a vitória sobre a
morte—quando da ressurreição dos mortos ou quando a “alma” é liberada da “prisão
corporal”?

Obs.: Pela interpretação popular do “morrer e ir pro céu”, a morte é contraditoriamente
derrotada PELA PRÓPRIA MORTE, pois com a liberação da “alma imortal” quando
da morte do corpo, não ocorre realmente morte, mas preservação da vida e consciência
de quem dá o último suspiro, noutra dimensão.

25ª. – À luz de 2a. Cor. 5:8 e contexto imediato, se o termo “despido” se refere a uma
condição incorpórea onde Paulo JÁ ESTARIA com Cristo, então por que razão ele diz
tão claramente que NÃO QUERIA ESTAR DESPIDO?

Obs.: Se Paulo queria estar com Cristo, mas não despido, é porque não estaria com
Cristo sem um corpo, mas REVESTIDO com o corpo glorioso da ressurreição. Por isso
fica ÓBVIO que ele cria que só estaremos com Cristo com corpos ressurretos, não em
forma de espírito incorpóreo (despido) num estado intermediário.

26ª. – Por que em 2ª. Cor. 4:14, exatamente no capítulo anterior ao de 2ª. Cor. 5:1-8,
Paulo fala de reencontrar os crentes que conhecia (muitos dos quais ganhou para a fé
cristã), mas a ênfase dada é “nos ressuscitará também por Jesus, e nos apresentará
convosco”?

Obs.: Pelo raciocínio dualista, ele os reveria quando morresse e fosse imediatamente
para o céu, sem essa longa espera até a ressurreição do dia final.

27ª. – Por que Pedro fala do regozijo e exultação dos crentes, ligando isso à “revelação
da Sua glória [de Cristo]”, e acentua que “quando se manifestar o Sumo Pastor” é que a
“imarcescível coroa de glória” seria atribuída aos crentes (ver 1 Ped. 1:3-7, 13; 4:12, 13
e 5:4)?

Obs.: A revelação da glória de Cristo se dará quando de Seu advento. Ora, se Pedro
cresse na imortalidade da alma não teria por que falar em regozijo e exultação dos
crentes ligando isso diretamente àquela ocasião. Se fossem com suas almas para o céu,
seguindo-se à morte, não iriam ali exultar e alegrar-se? Na perspectiva do Apóstolo,
porém, só quando da “revelação da Sua glória” é que tal sentimento de felicidade se
confirmaria, “quando se manifestar o sumo Pastor”.

28ª. – Por que o apóstolo João acentua a confiança para os crentes “no dia do juízo” e
não no dia da morte, quando a “alma imortal” supostamente iria entrar no céu, além de
utilizar as sentenças “quando Ele Se manifestar” e “na Sua vinda” como referencial da
eterna redenção (ver 1 João 2:28; 3:2, 3; 4:17)?

Obs.: Isto mostra que, assim como Paulo e Pedro, João não cria nem ensinava a
doutrina de origem pagã da imortalidade da alma.

29ª. – Por que as palavras “alma” e “espírito” aparecem tantas vezes na Bíblia, em
diferentes sentidos e contextos, mas nunca acompanhadas dos adjetivos “imortal”,
“eterno”, “perpétuo”, além de que, em vez de declarar que alma não morre jamais, lemos
é sobre morte da alma, tanto no VT quanto no NT (Eze. 18:4 e Tia. 5:20)?

Obs.: A crença na ressurreição final de todos os mortos é característica do cristianismo
genuíno que não devia acolher noções claramente do paganismo. Tais noções derivam
da primeira mentira proferida pelo diabo sobre este planeta, “É certo que não morrereis”
(Gên. 3:4).

30ª. – Não é muita coincidência que todos os povos pagãos sempre se caracterizaram
em sua crença na imortalidade da alma, até atribuindo almas e espíritos a animais ou
coisas inanimadas, como florestas, rios, lagos, vulcões?

Obs.: Não se sabe de nenhum povo pagão, do presente ou do passado, que tenha
deixado de crer em “almas” e “espíritos”, para crer que “vem a hora . . . em que os que
estão nas sepulturas ressuscitarão; os que fizeram o bem, na ressurreição da vida; os que
fizeram o mal, na ressurreição da condenação” (João 5:28, 29).
_______
NOTA: As perguntas 1ª., 2ª., 21ª e 25ª. e suas observações baseiam-se em discussões
sobre o tema do livro de Lucas Banzoli, A Lenda da Imortalidade da Alma.

Quando se fala em apologética logo lembramos que este termo nada mais é que defesa da fé,e o CACP na verdade não faz esta defesa mais ela acusa as denominações rotulando de seitas,como não estou aqui para falar das outras mais sim da IASD, o que tenho observado é o grau de incompetência diante dos escritos de Ellen White,por mais que estudiosos,pastores e até leigos mostrem que suas interpretações estão erradas eles continuam afirmando o erro,portanto podemos concluir que o CACP não tem compromisso com a verdade.

Abaixo veja algumas acusações feitas pela CACP e contra argumentada pela Iasd:

Natanael Rinaldi: Afirma que a regra de fé da Iasd é os livros de Ellen White(Espírito de Profecia) e associa
a igreja como uma seita herética,e se não bastasse isso tem muita gente que pega carona neste site e comete
um erro tremendo.

A própria Ellen White recomenda a bíblia mais o CACP insiste que não é verdade para isso veja aqui o texto:

“Recomendo-vos, caro leitor, a Palavra de Deus como regra de vossa fé e prática. Por essa Palavra seremos julgados. Nela Deus prometeu dar visões nos “últimos dias”; não para uma nova regra de fé, mas para conforto do Seu povo e para corrigir os que se desviam da verdade bíblica. Assim tratou Deus com Pedro, quando estava para enviá-lo a pregar aos gentios.” – Primeiros Escritos, pág. 78

Outra acusação que parte do CACP é que a Iasd tem como co-redentor Azazel ou seja o diabo.

Mais para eles afirmarem que o co-redentor é o diabo então eles concordam que Azazel é o diabo,ai entra mais alguns detalhes que eles não observam sobre está questão e em levítico 16 deixa muito claro,veja abaixo:

Se os dois bodes representam Cristo por que tinha que tirar sorte?


Se os dois bodes representam Cristo por que uma era para o Senhor e o outro para Azazel?


Se os dois bodes representam Cristo por que porque quando ele é expulso para o deserto, o Bode para o Senhor já havia sido sacrificado?


Se os dois bodes representam Cristo por que o bode AZAZEL também seria um tipo de Cristo, pois o seu sangue não era derramado?


Se Jesus fez expiação pelos pecados isso quer dizer que ele é o autor dos pecados?Ele fez expiação pelos pecados de satanás?


Estes e mais outros mais argumentos o CACP deve responder,mais eles continuarão acusando a Iasd quando na verdade eles estão coando mosquitos...Jesus não tem pecados próprios a expiar e ele nunca fez ninguem cometer pecado nenhum. Jesus morreu POR CAUSA de nossos pecados.

Satanás morrerá por causa de SEUS PRÓPRIOS PECADOS E DOS QUE FEZ OS OUTROS COMETEREM.
Fonte:setimodia.wordpress
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Apologética Adventista